segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Algas podem ser a próxima forma de energia!

O petróleo é a principal fonte de energia dos dias de hoje, ele é também um recurso não renovável, e à medida que o tempo avança é cada vez mais explorado e cada vez existe menos. Qual será a alternativa quando o fim do petróleo chegar? Cientistas dão-nos essa resposta quando assumem que as algas podem ter um enorme potencial como biocombustível, alternativo aos combustíveis fósseis como o carvão e o petróleo, mais poluentes.
 
O jornal ciência hoje avança mais informações sobre este novo método. "Na investigação a publicar na sexta-feira na revista científica Science, os especialistas da empresa Bio Architecture Lab, nos Estados Unidos, desvendam o segredo da transformação do açúcar das algas em energia. As algas são uma boa opção para a produção de biocombustível porque, ao contrário do milho e da cana-de-açúcar, crescem no mar e, por isso, não interferem com as colheitas agrícolas. Menos de três por cento das águas costeiras no mundo conseguem produzir algas suficientes para substituir cerca de 60 mil milhões de galões de combustível fóssil, segundo o estudo. No pico de produção, as algas podem gerar anualmente 19 mil litros de biocombustível, ou seja, duas vezes mais a quantidade de etanol extraída da cana-de-açúcar e cinco vezes mais o etanol produzido a partir do milho. A equipa de especialistas norte-americanos manipulou uma variante da bactéria E.coli e conseguiu sintetizar moléculas de açúcar das algas castanhas em etanol."
 
Vamos a ver e se calhar nem está tudo perdido, não é? Contudo mesmo que haja uma alternativa, não devemos esquecer que o uso do petróleo deve ser consciente, e todos nós, em nossa casa, pudemos fazer uma diferença. 

domingo, 22 de janeiro de 2012

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"Somos todos escravos do que precisamos, reduz as necessidades se queres passar bem." 
Jorge Palma

sábado, 21 de janeiro de 2012

Eco side table &more!

Por vezes as grande ideias, vêm de pequenos materiais, como é o caso desta mesinha que foi construída a partir de restos de madeiras de construção. Não ficou adorável?


Existem várias formas de reutilizar materiais que por vezes pensamos não ter outra utilização. Se ideias lhe faltam, pesquise! Existem imensas iniciativas e materiais divulgados na internet e não só. Deixo em baixo algumas ideias para despertar o bichinho da reutilização.


sábado, 10 de dezembro de 2011

Açores livre de organismos geneticamente modificados! :D

"O Governo dos Açores decidiu declarar o arquipélago como zona livre do cultivo de organismos geneticamente modificados (OGM), aplicando na região os normativos comunitários relativos à utilização destes organismos e dos produtos derivados. «A aplicação do princípio da precaução aconselha a que os Açores se tornem uma zona livre do cultivo de OGM», refere o comunicado final da reunião do Conselho de Governo, divulgado esta sexta-feira em Ponta Delgada, como noticia a agência Lusa.
Nesse sentido, «fica proibida a cultura, sementeira, plantio ou criação, por qualquer método ou técnica, de organismos geneticamente modificados, à excepção da produção ou introdução para fins de investigação científica ou desenvolvimento tecnológico de manifesto interesse público». 
O executivo açoriano considera que a proposta de decreto legislativo regional que aprovou para a aplicação na região dos normativos comunitários «adopta uma posição claramente precaucionaria». O comunicado refere ainda que o diploma pretende «garantir a unidade e transparência do mercado interno e a segurança alimentar, minimizando os riscos ambientais e económicos da utilização de organismos geneticamente modificados organismos geneticamente modificados».
Nesta reunião, o Governo Regional aprovou ainda uma comparticipação de cerca de 420 mil euros para a implementação do Plano de Ordenamento da Bacia Hidrográfica da Lagoa das Furnas e das Sete Cidades. Em causa está a requalificação da bacia hidrográfica da Lagoa das Furnas e das margens da Lagoa das Sete Cidades. O executivo, entre outras medidas, decidiu ainda criar uma Reserva Parcial de Caça na freguesia de Guadalupe, na Graciosa, com uma área de 226 hectares.
Nesta reserva fica proibida a caça da codorniz e qualquer actividade que possa prejudicar o desenvolvimento desta espécie, numa medida que visa promover a «diversidade e a valorização dos recursos cinegéticos» daquela ilha."

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Árvores de Natal e o seu impacto ambiental.

Ontem falei pela primeira vez do Natal com uma amiga (ainda estamos no início de Dezembro e já somos há mais de um mês inundados com músicas e "espírito" natalício, já repararam?) e perguntei-lhe o que é que ela achava desta época. Encontravamo-nos à beira de uma àrvore de Natal artificial, ela antes de responder olhou para a árvore e apontou: - Vês? É tudo tão plástico. Hoje não vou falar do espirito do Natal, até porque nem é o sitio indicado para o fazer. Vou antes singir-me ao pormenor do plástico.
Chega por esta altura do ano e toda a gente anda entusiasmada com a grandiosa árvore de Natal, com os enfeites e com as luzes. Mas como devemos fazer a nossa árvore de Natal de modo a que o impacto ambiental seja menor? Já alguém pensou nisso?  
Pois bem, eu já. E fiz alguma pesquisa: «Os consumidores estão convencidos de que fazem ao planeta um favor ao comprar um falso abeto balsâmico fabricado na China em vez de comprar um pinheiro que foi cortado para uma temporada de festas. Alguns planejam usar a árvore artificial por 10 anos, o que equivale a 10 árvores reais que não serão cortadas. Agora, um estudo mais definitivo da questão real versus falso indica que uma árvore artificial teria de ser reutilizada por mais de 20 anos para ser mais ecológica do que comprar uma árvore recém cortada anualmente. Os cálculos incluem as emissões de gases de efeito estufa, o uso de recursos e os impactos na saúde humana. As emissões anuais de carbono associadas à utilização de uma árvore verdadeira todos os anos eram apenas um terço das emissões criadas por uma árvore artificial ao longo de um ciclo de vida típico de seis anos. A maioria das árvores falsas também contém cloreto de polivinila, ou PVC, que produz agentes cancerígenos durante a fabricação e descarte. (...) A balança pende a favor de árvores naturais por causa da maneira como são cultivadas e colhidas. As árvores produzem oxigênio, ajudam a fixar o carbono em seus galhos e no solo, e fornecem habitat para aves e animais. As fazendas produtivas também ajudam a preservar os espaços verdes e campos agrícolas, particularmente perto de zonas urbanas densamente povoadas, onde a pressão é intensa para o desenvolvimento. » (retirado daqui)
Enquanto estava a fazer a pesquisa, para além de ter ficado muito mais elucidada em relação às árvores artificiais vs naturais, comecei também a pensar no que via nos hipermercados. Hoje em dia, existem árvores de todas as cores, cor-de-rosa, azul, cinzento, etc. As pessoas querem ser cada vez mais arrojadas, mais criativas, mas caem sempre na típica "árvore de natal", só mudam cores. Assim, fugindo às árvores artificiais e até às naturais, propomos algo mais criativo e ecológico; árvores recicladas. Existem imensas ideias e formas de as fazer - porque não? Comecem desde já a inspirarem-se nas imagens :)

palavras verdes

Antes de mais, pedimos desculpa por não andarmos a actualizar este espacinho tanto quanto prometemos. A questão é que por vezes a vida troca-nos as voltas e o tempo não cresce. Contudo, tentaremos actualizar isto o máximo que o tempo e a disponibilidade permitir. 
Pedimos assim que não abandonem este cantinho verde, afinal é para vocês, para dinamizar e espalhar esta vertente/pensamento que criamos este blogue. Aceitamos sempre sugestões de artigos ou assuntos para falar aqui, podem sempre entrar em contacto connosco. E, caso o blogue não esteja a ser actualizado, têm sempre a nossa página no facebook para continuarem ligados. 

JUNTOS, SOMOS GRANDES.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Gary Yourofsky - melhor palestra de sempre.


Existem documentários que até têm mensagens interessantes, mas assim que olhamos para o tempo que temos que "aturar" aquilo desanimamos, e assim sendo o documentário não passa a mensagem que seria de esperar porque estamos demasiado concentrados no tempo que falta para este acabar. Pois, tal coisa não acontece com o vídeo que está ali em cima. Trata-se de uma palestra dada pelo Gary Yourofsky - activista dos direitos dos animais. Mas, esperem este não se trata de só mais um vídeo sobre o veganismo e o sofrimento dos animais perante as nossas escolhas, para além disso, trata-se de um vídeo que nos vai fazer pensar em todas as nossas acções e especialmente naquilo que dizemos que somos e no que realmente somos. Aconselho todas as pessoas a verem, o Gary fez aqui um excelente trabalho que deverá ser transmitido a tantas pessoas quanto possível. Peço para verem este de mente aberta (como está descrito no vídeo) e se alguém conseguir ver este vídeo sem sair incomodado ou pensativo em relação a alguma coisa que me diga.
Para mais informações: http://www.adaptt.org/

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Como ser vegetariano no Gêres

Para um vegetariano, acho que os verdadeiros problemas surgem quando temos que ir de férias e somos os únicos dessa "espécie rara" a comer a "ervinha". Como vegetariana há mais de dois anos, decidi-me a mostrar que às vezes não é assim tão difícil arranjar alternativas, o mundo até está preparado para nós e o que falta é um bocado de imaginação e vontade. Portanto, queridas pessoas que dizem que "ser vegetariano é muito difícil" eis a prova, como que consegui alimentar bastante bem no Gerês (terra de boas carnes).
Almoço na tenda; massa com cogumelos.

Prato Vegetariano do Restaurante do Parque de Campismo da Cerdeira; Tofu grelhado com legumes.
 Entretanto nos restaurantes fui pedindo para alterar os pratos (tirando o fiambre por exemplo) e comi umas belas saladas. Já para não falar que encontrei à venda na loja do parque de campismo vários hambúrgueres vegetais! Assim como assim, podem ver que  basta um bocado de motivação para continuar verde.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Lavagem de carro ecológica.

Ainda no seguimento deste artigo, resolvi explorar um bocadinho mais o relacionamento entre as férias, carros e as alternativas amigas do ambiente. Acontece que se por acaso decidirem ir passar uns dias pela montanha - como foi o meu caso - e levarem o vosso próprio carro (quer o partilhem com alguém ou não) quando chegarem a casa, para além de toda a limpeza da roupa e etc, existe também uma limpeza a pensar: a lavagem do carro. 
Em termos de arrumar e limpar o carro por dentro, os problemas nem são muitos. O problema reside na parte da lavagem. Desde o gasto de água até ao detergente que se usa. Antes de escrever este artigo, perguntei ao Nelson como é que ele lavava o carro dele e eis a solução: em vez de shampô para o carro usa o detergente da loiça da L'arbre Vert que é biodegradavél e não faz tão mal aos solos. Já no meu caso lavo os carros sempre ao fim do dia com ajuda de alguém, e assim enquanto passo o detergente no "bichinho" a outra pessoa pega na mangeira e rega o resto do jardim - que ainda é bastante grande.
Mas este é o nosso caso. Claro que existem muitas mais pessoas que nem sequer espaço para lavar os carros, portanto decidi-me a investigar mais opções para lavagem de carro. Porém antes de vos apresentar as soluções, acho importante de realçar que não é preciso estar sempre a lavar o carro, o exagero nunca é bom para ninguém, e às vezes limpar só os vidros com aquela àgua que se guarda de depois de lavar os legumes é uma solução, o caso que estou a apresentar é de quando vêm com o carro cheio de pó e sujidade que até atrapalha a circulação.
 Encontrei na minha pesquisa os centros de lavagem ecológica de automovéis, a  Stop & Wash, "é uma marca Nacional que introduziu em Portugal um novo e inovador conceito de limpeza e lavagem manual e ecológica de automóveis." De realçar que se gastam apenas 5 litros de água por lavagem e todos os produtos usados são biodegradáveis. Trata-se de uma empresa em desenvolvimento, porem já pode ser encontrada em vários postos, especialmente em centros comerciais. "Depois de ter o seu início no Centro Comercial Vasco da Gama em Lisboa, a marca depois de registada patenteou o equipamento de lavagem designado de – CAR WASH Mobile. Na sua expansão, resultou a presença em locais como Portimão (Continente), Faro,Beja, Montijo (Fórum), Lisboa (Amoreiras Shopping Center), Sintra, Aveiro (C C Glinicias), Figueira da Foz (E Leclerc) e Ilha da Madeira." Para mais informações contactem este site, onde se pode saber mais sobre esta empresa, e como chegar a eles assim como reservar o aparelho de limpeza e tudo mais... 
Mas a minha pesquisa não ficou por aí. Caso haja espaço em casa, e quem for um bocado "esquesitinho" em relaçao ao detergente da loiça, descobri aqui alguns produtos ecológicos como podem ver aqui e aqui. Aceitam-se mais soluções, até lá, tenham tento a lavar o carro e optem por medidas mais ecológicas.