sábado, 5 de janeiro de 2013
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Lista de ingredientes a evitar quando for comprar cosméticos:
Já tinha aqui há uns tempos, uma lista que a Organi (uma loja de Cosmética Biológica) me deu, com os ingredientes nocivos para o ambiente e para a nossa pele, que podem estar contidos nos cosméticos. Assim que a recebi lembro-me de ter ido à minha casa de banho e ter feito uma limpeza geral. Desde aí tenho muito mais cuidado em relação aos rótulos das coisas que compro. Decidi-me então a partilhar essa lista com todos vocês. Caso queiram ver a veracidade da lista, pesquisem cada um dos ingredientes e tirem as vossas próprias conclusões. Aqui vai (não se assustem!!):
Propylparaben - Butylene Glycol - Butylparaben - Cyclomethicon - Dimethicone - Ethylparaben - Methylparaben - Ethylene Glycol - Mineral Oil - Triclosan - Edta - Monoethanolamine (Mea) - Butylated Hydroxytoluene - Paraffinum Liquidium - Petrolatum ou Vaselina - Polyethylene Glycol (PEG) - Polypropylene Glycol (PPE) - Sodium Lauril Sulphate - Diethanolamine (DEA) - Triethanolamine (TEA) - Propylene Glycol.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Nova experiência em Mãos!
Tudo começou quando fui parar ao blogue Wise Up e conheci a nova aventura que iam começar e a autora do blogue me pediu para participar na equipa Wise Up. O projecto advém da experiência de Colin Beavan o "No Impact Man" e tem como objectivo uma semana sustentável Juntamente com mais 5 pessoas (até ao momento) lá vou eu a partir de 6 de Janeiro iniciar-me nesta aventura! Preparados para a acompanhar? E participar, querem? Tudo o que têm que fazer é inscrever-se aqui e claro falar com a autora do Wise Up. Não sejam tímidos e arrisquem! Vale sempre a pena, desde que seja pelo nosso planeta.
domingo, 18 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
"O Homem Sem Dinheiro" - Mark Boyle.
Já queria ler este livro há algum tempo, desde que conheci a história do autor: Mark Boyle, que já falei aqui. Ao contrário do que se tem passado, desta vez não foi preciso ler todos os dias da semana - ou quase - para conseguir acabar o livro. Na realidade bastou-me um dia e pouco. Mais do que apaixonar-me por este livro, comecei a amá-lo. Levei-o para a cama e fiz amor com ele. E mesmo quando tudo acabou ele voltou a regressar ao meu pensamento, mesmo quando já não o estava a ler, mesmo quando nem sequer devia estar a pensar nele. Foi um livro que me marcou de uma forma bastante positiva e que, para além do mais, me fez lembrar de certas coisas que já me tinha esquecido.
O livro fala do ano que o economista Mark Boyle decidiu vender o seu barco (onde vivia), cancelar a sua conta e viver sem dinheiro. Exacto, viver sem dinheiro. Parece impossível Ele prova que não é. No livro ele relata toda a história de onde surgiu a ideia, os motivos que fizeram com que tomasse essa opção e ainda tudo o que enfrentou. É um livro que, sem dúvida alguma, nos liga à Natureza e nos faz dar importância a coisas antes tomávamos como garantido ou nem sequer ligávamos. E para além disso tudo, o livro tem ainda várias opções para conseguirmos fazer várias coisas sem precisar de gastar dinheiro, tal como: fazer tinta e papel a partir de cogumelos, entre outras. Podem estar a pensar que é mais um daqueles livros extremistas e que são só escritos para vender por serem alternativos. Eu não achei isso. Até porque o autor revela bastantes desvantagens deste estilo de vida e ainda é bastante sincero em relação às suas dúvidas.
Deixo-vos algumas das citações que me marcaram:
"Se gastar o seu tempo a dar o seu amor ao mundo, então é razoável acreditar que irá beneficiar de um mundo com mais amor."
"Acredito que nos tornamos pessoas mais saudáveis - mental, física emocional e espiritualmente - no momento em que começamos a viver da maneira que acreditamos que devemos viver, seja lá isso o que for. A auto-disciplina existe para libertar e não para retrair a alma."
"A maioria das pessoas dizem que querem 'paz', sem saberem realmente o que isso quer dizer. A paz não vai cair do céu; é um quebra-cabeças cujas peças são as nossas interacção diária uns com os outros e o planeta."
Até colocava aqui mais frases, mas como podem ver pela fotografia passava o tempo nisto! As marcações que o livro tem são de todas as citações ou organizações frisadas que achei importante marcar para rever mais tarde. Para além destas marcações o livro tem várias frases riscadas, dados estatísticos importantes ou qualquer parte do livro que achei que me fosse inspirar; por exemplo sublinhei uma parte que à maior parte das pessoas não diria nada mas que a mim me fez sonhar bastante, numa parte do livro ele descreve a maneira como bebe o chá, desde o momento em que o coloca a aquecer na fogueira e ouve os pássaros enquanto dá uma golada e vê a orvalhada na Natureza. Achei essa parte deliciosa! E sei, que, sempre que precisar de animo está lá algo que posso ler e me vai fazer feliz. Até porque tenho a nítida noção que vou reler este livro várias vezes.
Sem mais nada a acrescentar, desejo-vos boas leituras!
E muita inspiração no fim de semana! :)
terça-feira, 30 de outubro de 2012
"Façamos o seguinte para o Natal: comprar os presentes a pequenas empresas e autónomas. À vizinha que vende por catálogo, ou pela Internet, por artesãos que façam bijutaria à amiga que tem uma loja no bairro ou que faz artesanato, ao pasteleiro que faz os doces artesanais, ao rapaz que tem uma banca no mercado... Façamos o dinheiro chegar às pessoas comuns e não às grandes multinacionais. Assim haverá mais gente a ter um melhor Natal. Se achas que é uma boa proposta, copia e cola no teu mural. Apoiemos a nossa gente!!" :)
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Cine'Eco 2012
Encontra-se a decorrer o Cine'Eco 2012, Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela, que decorre em Seia, desde o passado dia 6 de Outubro até dia 13.
"No total foram inscritos quase 300
filmes, oriundos de 43 países, dos quais foram selecionados um total de
52. Na competição internacional estão 13 Longas-Metragens e 13 curtas e
na competição Lusófona 16 curtas-metragens e 10 no Panorama Regional.
Os filmes selecionados estão entre os
melhores e mais premiados da produção recente mundial que tem o meio
ambiente e o desenvolvimento sustentável como tema."
Para aguçar o apetite, deixo aqui os trailers de dois dos filmes ainda a exibir e que estão na Competição Internacional Longas Metragens.
O primeiro filme, (R)esistenza, de Francesco Cavaliere, conta oito histórias de resistência civil em Scampia, um conhecido subúrbio a norte de Nápoles. As histórias são dos moradores que tentam tornar o bairro, considerado o maior mercado de droga da Europa, um sítio melhor para viver.
O segundo filme, Black Tide: Voices from the Gulf, de Bob Richman, dá a conhecer as graves consequências e a dura realidade vivida, após o enorme derrame de petróleo nas águas do golfo do México devido ao acidente ocorrido na plataforma petrolífera da BP.
Toda a programação do Festival pode ser consultada aqui.
Mesmo que não tenham disponibilidade para ir ao festival, sempre ficam a conhecer os filmes e pode ser que achem alguns deles interessantes e sempre ficam atentos para os visualizar numa outra oportunidade.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
USB Led Light - Carbono Zero #
Estava aqui no computador a trabalhar quando me lembrei que ainda não vos tinha falado da minha aquisição carbono zero nos meus anos (quase há um ano atrás). Deram-me como prenda um CoolGift Terra e eu acabei por escolher a lâmpada que se pode ver na figura da esquerda e ainda uma pen da Carbono Zero. Tanto a pen como a lâmpada são maravilhosas! Principalmente a lâmpada durante a noite.
Mas afinal o que é a Carbono Zero?
- Com a Carbono Zero parte da quantificação de emissões de gases com efeito de estufa, expressas em dióxido de carbono equivalente (CO2e), associadas às actividades de indivíduos e empresas, é compensada através do co-financiamento de projectos que sequestram (floresta) ou evitam (tecnologia) emissões em quantidade equivalente.
Com Carbono Zero cada um de nós pode compensar as suas emissões: associadas a uma viagem: de avião, de automóvel, de comboio ou associadas ao dia-a-dia: em casa e nas deslocações regulares casa-trabalho.
Com Carbono Zero também as empresas podem anular o efeito no clima: da totalidade ou de parte das suas actividades
de eventos como conferências, congressos, concertos ou acontecimentos desportivos
de produtos e serviços.

Como compensam as emissões?
- A compensação de emissões realiza-se através da aquisição de créditos de carbono gerados por projectos tecnológicos e florestais, seleccionados de acordo com um rigoroso conjunto de critérios de elegibilidade.
Como seleccionam os projectos de compensação?
- Tanto em Portugal como em países em desenvolvimento os projectos de compensação da nossa bolsa demonstram ser ambientalmente sustentáveis sendo, simultaneamente, veículos de melhoria das condições sociais das comunidades onde se inserem. A bolsa de compensação Carbono Zero é constituída por áreas florestais, localizadas em Portugal Continental e projectos em países em desenvolvimento por nós seleccionados.
(toda a informação contida neste artigo foi retirada do site da Carbono Zero)
domingo, 7 de outubro de 2012
Qual é o futuro da nossa alimentação?
Ontem deu na rtp2 o primeiro episódio do documentário "O futuro dos alimentos", o qual eu aconselho vivamente, e pus-me a pensar o resto da noite sobre a minha alimentação, ou melhor sobre a nossa alimentação. É uma questão tão importante, mas nem sempre tem a devida atenção. Costuma-se dizer que somos aquilo que comemos, portanto se comermos comida saudável somos saudáveis e se tivermos maus hábitos alimentares somos menos saudáveis à priori. Mas o que se passa com o planeta? Será que também segue esta lógica?
Claro que sim. Ao consumir-mos alimentos saudáveis (respeitando a sazonalidade, livres de químicos e respeitando a Natureza) também o planeta irá estar. Afinal estamos numa rede, numa cadeia imensa não é? Prejudica-mos a Natureza, prejudicando-nos a nós próprios (ainda que isto nem sempre se note). Ao reflectir sobre esta temática lembrei-me de um capitulo do livro "No Impact Man" onde ele decidiu começar a comprar apenas alimentos locais e se possível biológicos. Felizmente essa é um passo que pode estar ao alcance de todos nós. Caso tenhamos tempo plantando os nossos alimentos, caso não indo aos mercados biológicos que já se espalharam por todo o país - como é o caso do mercado que existe no Parque da Cidade do Porto aos sábados de manhã. E mesmo que os alimentos não sejam biológicos (porque são sempre mais caros e um bocado mais complicados de arranjar nalguns sítios tentem comprar sempre alimentos produzidos localmente. Felizmente ainda existem bastantes pequenos agricultores a vender por aí, ajudem-nos a eles e a vocês.
E porque não é só importante comprar localmente ou alimentos biológicos, têm aqui uma tabela divulgada pelos Segredos da Horta sobre a sazonalidade dos alimentos, eu já imprimi uma (em papel de rascunho) e vou colocá-la na minha prateleira do frigorífico para não me esquecer de respeitar os tempos que a Natureza tem para nos oferecer alimentos.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Degelo do Árctico ganha Jogo Olímpicos
Só para se ter uma ideia, este ano e em relação ao 2007, a área de gelo a menos é equivalente a 1,5 vezes a área de Espanha.
Com o aumento do degelo aumenta também a quantidade de metano que é libertada para a atmosfera e diminui a área de reflexão dos raios solares, contribuindo para um aumento do aquecimento global, o que torna este ciclo vicioso e exponencial, sem fim à vista.
A catástrofe é de tamanha importância que já à alguns anos que uma das principais acções (se não a principal) da Greenpeace é justamente combater o aquecimento global e o degelo do Árctico (www.savetheartic.org). Um dos activistas nessa acção é o português Manuel Pinto, que afirmou ter tido formação para conseguirem navegar em condições adversas como existem no Árctico e que os principais frequentadores dessas formações eram trabalhadores de empresas petrolíferas.
Como seria de esperar, há grandes interesses em torno do degelo do Árctico, pois irá permitir que este passe a ser navegável, permitindo não só a pesca em lugares até agora a salvo, como irá permitir o avanço das perfurações de poços de petróleo no Ártico (neste momento a Shell já se anda a preparar). Com o aumento do tráfego marinho e das explorações petrolíferas, as probabilidades de uma catástrofe ambiental aumentam exponencialmente.
A nós é exigido fazer pelo menos o mínimo que conseguirmos, pelo que apelo à vossa acção da forma que vos for possível, seja a assinar petições, ou a contribuir com doações, ou simplesmente a divulgar este drama.
O tempo de agir é agora, enquanto temos Ártico, não depois de ele desaparecer.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Simular um Planeta Sustentável
Em tempos tive uma ideia que consistia em criar uma versão verde do Second Life, que para quem não sabe é um jogo de computador que recria virtualmente o planeta em que vivemos, e então seria possível ter uma "segunda vida", virtual. (A vida com que muitos sonham seria possível nesse jogo.)
E perguntam vocês como é que daí pode surgir uma "ideia verde"?!?
Pois, se é possível recriar todo o planeta virtualmente, porque não, esse planeta virtual servir de modelo ao real. Isto é, aprofundar essa recriação de tal forma, que permitisse calcular os impactos que certas acções provocam no planeta e calcular que medidas poderiam ser tomadas para compensar esses impactos..
Perceberam? Não? Eu ajudo..
Imaginem um concelho onde está prevista a colocação de uma fábrica.. Então através da simulação virtual, para que o projecto dessa fábrica avançasse seria necessário calcular medidas (como plantar árvores, financiar os transportes públicos da cidade, financiar a preservação da biodiversidade no concelho, ...), que compensassem a pegada ecológica que a fábrica iria provocar. Poderia começar com parâmetros simples, como evitar a emissão de dióxido de carbono, e apenas se tomava medidas para compensar essa emissão. Posteriormente, poderiam ser considerados muito mais parâmetros, como é feito na análise do ciclo de vida dos produtos (LCA - Life Cycle Assessment).
Tal como é realizada esta análise aos produtos "reais" (ver www.goodguide.com), recentemente descobri que já existe software que simula esta análise do ciclo de vida dos produtos, o SOLIDWORKS SustainabilityXpress (até já poderão haver outros), que permite aos designer industriais determinar o impacto que o produto vai implicar na sustentabilidade do planeta.
Assim, o designer pode experimentar fazer pequenas alterações ao produto (como mudar o material utilizado) que serão benéficas na diminuição da pegada ambiental, e de forma a não o tornar menos atractivo e funcional.
Acredito que em versões futuras do software, já será possível obter uma pegada ambiental ainda mais próxima da realidade.
Havendo software capaz de analisar e simular o ciclo de vida dos produtos, não seria possível criar software que analisasse e simulasse o ciclo de vida de cidades (e no futuro do planeta inteiro) de forma a podermos tomar as decisões mais corretas, com vista a sustentabilidade?
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Eco-Sanita
A grande vencedora foi apresentada por estudantes do Prof. Michael Hoffmann da Universidade de Caltech, nos Estados Unidos. Trata-se de uma sanita que utiliza um painel solar para alimentar um reagente electroquímico. Este reagente desfaz os dejectos quimicamente, produzindo fertilizante e hidrogénio. Desta reacção resulta ainda água já devidamente limpa, que embora não sendo potável, poderá ser utilizada na descarga e a excedente utilizada para rega.
Resta saber, se esta ideia vai passar do papel para a utilização na vida real. Nomeadamente nos países pobres, onde a água é pouca e valiosa e a produção de fertilizantes também é preciosa.
Resta saber, se esta ideia vai passar do papel para a utilização na vida real. Nomeadamente nos países pobres, onde a água é pouca e valiosa e a produção de fertilizantes também é preciosa.
Saber mais aqui.
domingo, 23 de setembro de 2012
"Celebrem conosco as Sementes Livres!"
De 2 a 16 de Outubro haja pelas Sementes Livres a bem da humanidade!
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
E tu? vais de bicicleta para o trabalho?
Como o dia de 21 de Setembro, dia de ir de bicicleta para o trabalho é já amanhã, vou partilhar aqui uma inovação engraçada que no futuro poderá facilitar na escolha deste meio de transporte ecológico.
A ideia consiste num airbag para os ciclistas que dispara em caso de queda e abre-se formando um capacete, que cobre toda a cabeça, evitando assim o uso de capacete. A ideia, apelidade de "Hovding" surgiu na Suécia, por duas estudantes de Design Industrial, aquando da proposta de alteração da lei sobre o uso dos capacetes, em 2005. A proposta pretendia alargar o uso obrigatório do capacete aos adultos e não só às crianças até aos 15 anos, como era até ali. Ora esta proposta, gerou grande discórdia por os capacetes serem vistos como desconfortáveis e pouco práticos.
Assim, as estudantes suecas Anna Haupt e Terese Alstin, desenvolveram um colar que se integra facilmente nos acessórios de vestuários que usamos usualmente (parecido a um cachecol diria eu). A este colar foram adicionados inúmeros sensores para permitirem detectar quando se trata de uma queda e assim fazer accionar um gás que é libertado e expande o colar de forma a proteger toda a cabeça, tal como acontece nos típicos airbags.
Assim, as estudantes suecas Anna Haupt e Terese Alstin, desenvolveram um colar que se integra facilmente nos acessórios de vestuários que usamos usualmente (parecido a um cachecol diria eu). A este colar foram adicionados inúmeros sensores para permitirem detectar quando se trata de uma queda e assim fazer accionar um gás que é libertado e expande o colar de forma a proteger toda a cabeça, tal como acontece nos típicos airbags.
Até chegarem a esta ideia tiveram que fazer imensos estudos relacionados com as questões de segurança, nomeadamente perceber como se desenvolvem as quedas de bicicleta, para posteriormente desenvolverem um algoritmo que permite aos sensores detectar que se tratava de uma queda (e não uma travagem brusca ou sair da bicicleta). Após todos os desenvolvimentos que permitiram chegar ao protótipo, passaram à fase de teste, onde ensaiaram o Hovding em testes reais, à semelhança dos testes realizados nos automóveis.
Um pormenor que realçam no site, é que os sensores não detectam objectos que possam cair em cima da cabeça, e portanto, se for de bicicleta e por exemplo lhe cair um vaso em cima, o airbag já só activa depois da pancada, quando for a cair da bicicleta.
Um pormenor que realçam no site, é que os sensores não detectam objectos que possam cair em cima da cabeça, e portanto, se for de bicicleta e por exemplo lhe cair um vaso em cima, o airbag já só activa depois da pancada, quando for a cair da bicicleta.
Para quem não pode andar de bicicleta de qualquer forma e liga muito à postura e estilo, deixo um video que mostra que o Hovding pode vir a estar na moda.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
O meu cantinho aromático
Porque a inovação em Portugal não é só realizada pelas grandes corporações, como as eólicas do post anterior, hoje quero apresentar o projecto "My Little Garden". Este projecto nasceu em Leiria, por intermédio de Anthony Carter, e consiste na reutilização de garrafas de vinho para semear ervas aromáticas.
Basicamente a garrafa é cortada +/- a meio e inverte-se a parte de cima. Colocando água na parte de baixo e o substrato e as sementes na parte de cima, permite que esta seja "auto-regada" pela parte baixo.
Considero o objectivo deste projecto é fantástico, que segundo Anthony Carter pretende "motivar as pessoas a produzirem pelo menos parte do que
consomem em termos de hortícolas e ervas frescas, independentemente do
local onde vivem e do espaço que têm disponível" e a tudo isto ainda se soma a reutilização de materiais. É uma óptima prenda verdinha!
O mentor da ideia prevê a adopção do mesmo método para "chás, flores comestíveis e eventualmente até ornamentais".
Resta-me desejar muito boa sorte a este projecto!
Saber mais aqui.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Inovação em Portugal
Sabemos que a forma mais ecológica de produzir energia é.. não a consumir. No entanto, a energia vai continuar a ser consumida e todas as previsões apontam para que seja consumida cada vez mais. Ora, hoje mostro-vos uma forma alternativa de produção de energia que está a ser estudada em Portugal, a produção de energia através de turbinas eólicas off-shore, isto é, em alto mar.
Este projecto tem sofrido várias críticas (ver aqui), que eu considero justas pois um projecto de grandes corporações como a EDP (entre outras), acarreta grandes movimentações de dinheiro dos contribuintes, e todos sabem que no final os que saem mais favorecidos são apenas alguns. Mas apesar de tudo isso e mesmo não sendo um projecto pioneiro, não recebem também as empresas ligadas ao petróleo enormes quantidades de dinheiro dos contribuintes?!? Embora este não seja o projecto ideal, não valerá a pena valorizar projectos deste tipo em detrimento da obtenção de energia através da extracção de petróleo com areias betuminosas ou através da extracção cada vez mais profunda? com todos os riscos de poluição e malefícios para o planeta que isso acarreta?! (muito se podia discutir sobre este tema..)
A aposta na produção eólica em alto mar também será bastante melhor que continuar a encher todas as nossas serras com ainda mais turbinas eólicas
Infelizmente, acho que hoje em dia, a prioridade e mentalidade de quem nos governa ainda não é abdicar destes projectos para dar aos que mais precisam. A alternativa será sempre favorecer outras grandes corporações (como as petrolíferas), pois o consumo de energia vai aumentar (pelo menos enquanto eles só pensarem no desenvolvimento económico). Na minha opinião, será mais fácil alguém do povo chegar ao governo com essa mentalidade, do que os que lá estão mudarem de mentalidade..
A aposta na produção eólica em alto mar também será bastante melhor que continuar a encher todas as nossas serras com ainda mais turbinas eólicas
Infelizmente, acho que hoje em dia, a prioridade e mentalidade de quem nos governa ainda não é abdicar destes projectos para dar aos que mais precisam. A alternativa será sempre favorecer outras grandes corporações (como as petrolíferas), pois o consumo de energia vai aumentar (pelo menos enquanto eles só pensarem no desenvolvimento económico). Na minha opinião, será mais fácil alguém do povo chegar ao governo com essa mentalidade, do que os que lá estão mudarem de mentalidade..
Mais info: aqui
terça-feira, 4 de setembro de 2012
10 dicas para ser mais sustentável com a ajuda da Internet.
Pessoalmente sempre que estou na Internet sinto-me culpada por o fazer, ou porque estou a gastar energia, ou porque estou no facebook e mais umas mil razões que fazem mal ao ambiente. A questão é que nos dias de hoje, especialmente a minha geração, foi criada na Internet. Se queremos ter visibilidade de alguma coisa a Internet ajuda-nos imenso. E não falo somente no facebook, falo também em portais, sites que nos imobilizam durante horas em frente a um ecrã. Até que hoje enquanto andava a naveguar encontrei um artigo que dizia: "10 dicas para ser mais sustentável com a ajuda da Internet" o artigo está aqui, caso queiram ler. As 10 dicas, espero que vos ajudem e aqui vão:
- Faça compras online;
- Banco na Internet;
- Reuniões pelo computador;
- Seja um voluntário na web;
- Use guias de turismo online;
- Leia livros eletrônicos;
- Use catálogos digitais;
- Diga não aos spams;
- Compre músicas online:
- Contribua com campanhas virtuais
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