Só para se ter uma ideia, este ano e em relação ao 2007, a área de gelo a menos é equivalente a 1,5 vezes a área de Espanha.
Com o aumento do degelo aumenta também a quantidade de metano que é libertada para a atmosfera e diminui a área de reflexão dos raios solares, contribuindo para um aumento do aquecimento global, o que torna este ciclo vicioso e exponencial, sem fim à vista.
A catástrofe é de tamanha importância que já à alguns anos que uma das principais acções (se não a principal) da Greenpeace é justamente combater o aquecimento global e o degelo do Árctico (www.savetheartic.org). Um dos activistas nessa acção é o português Manuel Pinto, que afirmou ter tido formação para conseguirem navegar em condições adversas como existem no Árctico e que os principais frequentadores dessas formações eram trabalhadores de empresas petrolíferas.
A nós é exigido fazer pelo menos o mínimo que conseguirmos, pelo que apelo à vossa acção da forma que vos for possível, seja a assinar petições, ou a contribuir com doações, ou simplesmente a divulgar este drama.
O tempo de agir é agora, enquanto temos Ártico, não depois de ele desaparecer.
