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domingo, 23 de setembro de 2012
sábado, 10 de dezembro de 2011
Açores livre de organismos geneticamente modificados! :D
"O Governo dos Açores decidiu declarar o arquipélago como zona livre do cultivo de organismos geneticamente modificados (OGM), aplicando na região os normativos comunitários relativos à utilização destes organismos e dos produtos derivados. «A aplicação do princípio da precaução aconselha a que os Açores se tornem uma zona livre do cultivo de OGM», refere o comunicado final da reunião do Conselho de Governo, divulgado esta sexta-feira em Ponta Delgada, como noticia a agência Lusa.
Nesse sentido, «fica proibida a cultura, sementeira, plantio ou criação, por qualquer método ou técnica, de organismos geneticamente modificados, à excepção da produção ou introdução para fins de investigação científica ou desenvolvimento tecnológico de manifesto interesse público».
Nesse sentido, «fica proibida a cultura, sementeira, plantio ou criação, por qualquer método ou técnica, de organismos geneticamente modificados, à excepção da produção ou introdução para fins de investigação científica ou desenvolvimento tecnológico de manifesto interesse público».
O executivo açoriano considera que a proposta de decreto legislativo regional que aprovou para a aplicação na região dos normativos comunitários «adopta uma posição claramente precaucionaria». O comunicado refere ainda que o diploma pretende «garantir a unidade e transparência do mercado interno e a segurança alimentar, minimizando os riscos ambientais e económicos da utilização de organismos geneticamente modificados organismos geneticamente modificados».
Nesta reunião, o Governo Regional aprovou ainda uma comparticipação de cerca de 420 mil euros para a implementação do Plano de Ordenamento da Bacia Hidrográfica da Lagoa das Furnas e das Sete Cidades. Em causa está a requalificação da bacia hidrográfica da Lagoa das Furnas e das margens da Lagoa das Sete Cidades. O executivo, entre outras medidas, decidiu ainda criar uma Reserva Parcial de Caça na freguesia de Guadalupe, na Graciosa, com uma área de 226 hectares.
Nesta reserva fica proibida a caça da codorniz e qualquer actividade que possa prejudicar o desenvolvimento desta espécie, numa medida que visa promover a «diversidade e a valorização dos recursos cinegéticos» daquela ilha."
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Transgénicos – Solução para a fome mundial ou uma porta para um pesadelo ambiental? #
Quando os primeiros transgénicos começaram a aparecer, o rosto de quase todo o mundo se voltou para eles com um rosto iluminado de esperança. Pensou-se que a solução para a fome mundial tinha chegado, uma vez que os alimentos transgénicos, obtidos a partir de técnicas da engenharia genética, produzem o seu próprio pesticida de modo a afugentar as pragas, o que sem dúvida alguma aumenta a produtividade (que é o sonho de qualquer agricultor). Pensava-se também que os alimentos transgénicos não tinham nenhum factor prejudicial á saúde humana. No resumo, com o conjunto de todos estes factores, os alimentos transgénicos, tornavam-se assim a solução perfeita para grande parte dos nossos problemas.
Mas aí é que nos enganamos. Aliás, a verdade sobre os transgénicos ainda não é levada muito a sério, uma vez que os estudos realizados, digamos que são poucos conhecidos. Só que, em parte, os efeitos prejudiciais dos transgénicos são também uma questão de lógica. Ora vejamos, se as espécies transgénicas produzem o seu próprio pesticida, dentre de anos as pragas conseguiram mecanismos de resistência que transmitiram às gerações futuras, implicando uma dependência absoluta de novos e mais perigosos pesticidas sintéticos. Esses sintéticos por sua vez iram entrar no sistemas de todos os alimentos, que mais tarde ou mais cedo acabaram por chegar ao topo da cadeia alimentar – nós.Porém as consequências dos transgénicos não ficam por aqui. O milho é dos alimentos mais geneticamente modificados. Com a proteína B+ o milho transgénico mata a pirale – principal praga desta cultura – mas ao matar esta mata também a crisopa que por sua vez come o parasita do milho, que é resistente á proteína B+. Quem irá então comer esse parasita uma vez que o seu principal predador foi morto pela proteína B+, que nada pode fazer em relação ao parasita? A resposta está em mais químicos para os nossos alimentos e para o nosso corpo.
Para avaliar as consequências dos alimentos transgénicos na saúde dos seres vivos, realizaram-se vários estudos. Um deles consiste em alimentar joaninhas com afídios que tinham crescido com batatas transgénicas o que se sucedeu foi que a vida média das joaninhas foi reduzida para metade e puseram menos ovos. Outro estudo, este realizado com ratos, consiste em alimentar os animais durante dez dias com batatas transgénicas. Ao fim desses dias reparou-se que os ratos continham alterações altas e significativas no peso, assim como no sistema imunitário, no baço e no timo.
Os alimentos mais utilizados como transgénicos são o milho e a soja. Para saber o que está a ingerir, antes de comprar o que quer que seja para a sua alimentação verifique cuidadosamente o rótulo de modo a saber se está a consumir ou não “alimentos geneticamente modificados”, pois basta olhar para as evidencias e notar que bem á saúde não podem fazer. Nem á saúde, nem ao mundo. Assim concluímos que para além de não ter sido nenhuma solução para a fome mundial, os alimentos transgénicos são uma solução para o crescimento de ainda mais doenças a nível mundial.
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